Medida provisória destina 2 bilhões para o Ministério da Saúde - Radio Tropical FM 99.1
(49) 3537.0980
Telefone
(49) 99104.0013
WhatsApp
Acompanhe
nas redes sociais

Brasília Medida provisória destina 2 bilhões para o Ministério da Saúde

Medida provisória destina 2 bilhões para o Ministério da Saúde

O Plenário do Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira (03), a medida provisória que prevê mais de R$ 2.500 bilhões para o Ministério da Saúde.

 A MP abre um crédito extraordinário para que o Governo Federal possa reforçar o combate ao Coronavírus no país.Com o recurso, o Brasil poderá participar do consórcio Covax/Facility, coordenado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). O consórcio envolve governos, laboratórios e fabricantes com o objetivo de viabilizar o acesso à vacinação contra a Covid-19.

O relator da proposta, senador Marcos Rogério (DEM-RO), detalhou a medida provisória. “Desses dois bilhões e meio, R$ 711 milhões de entrada para o pagamento inicial, R$ 91 milhões para a garantia de compartilhamento de riscos e R$ 1.710 bilhão para a aquisição de doses de vacina. É mais dinheiro para o Ministério da Saúde e mais vacina para os brasileiros”, ressalta.A medida teve total aprovação dos senadores. O texto foi editado pelo Governo Federal em setembro do ano passado e perderia a validade nesta quarta-feira. Apesar de votar favorável à medida, o senado Cid Gomes (PDT-CE) protestou sobre o pouco tempo para análise e alertou sobre os riscos da abertura de um crédito extraordinário no país.

“Eu só queria era que ficasse claro a data que esta medida provisória foi editada para ver o absurdo que se comete. Eu quero deixar claro que (Câmara) está cometendo uma pedalada fiscal, mas da mesma forma que eu digo que o que aconteceu com a presidente Dilma foi uma desculpa, nós obviamente não vamos pedir o impeachment do presidente Bolsonaro por pedir um crédito para aumentar (recursos para a Saúde) sem que haja o cumprimento das metas fiscais e do teto de gasto, que são medidas defendidas por ele”.O texto segue agora para a promulgação. O Ministério da Saúde ainda não se posicionou sobre a injeção de recursos na pasta.

Por Luis Ricardo Machado

Rede de Notícias Regional /Brasília

Crédito da foto: Ministério da Saúde/Divulgação

Veja as mais acessadas