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Irani Preso com arma de fogo, ex-prefeito de Irani é solto após pagar fiança

Preso com arma de fogo, ex-prefeito de Irani é solto após pagar fiança

O ex-prefeito de Irani, Mauri de Lima, passou por uma audiência de custódia e foi liberado após pagar fiança no valor de R$ 3 mil nesta quarta-feira, dia 7. Ele vai responder em liberdade por posse ilegal de arma de fogo e receptação. O ex-prefeito passou uma noite no Presídio Regional de Concórdia após ser preso na última terça-feira, dia 6.

A prisão ocorreu durante a operação Flamel, deflagrada na terça-feira nos municípios de Irani, Vargem Bonita e Concórdia. A ação do Ministério Público Federal (MPF) de Santa Catarina apura possíveis fraudes em licitações e peculato na Prefeitura de Irani. A operação teve apoio da Assessoria de Pesquisa e Análise Descentralizada (Aspad) da Procuradoria da República em Santa Catarina. Os mandados foram expedidos pela 1ª Vara Federal de Chapecó.

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Segundo informou a rádio Atual FM, o juiz Ildo Fabris Júnior disse em sua manifestação que “não há elementos nos autos que indiquem que o conduzido [ex-prefeito] poderá obstar a aplicação da lei penal, tampouco influenciar ou impedir a instrução criminal”.

Nesse sentido, foi expedido o alvará de soltura com a garantia de que ele ficará obrigado a comparecer às autoridades todas as vezes que for intimado para atos do inquérito e instrução criminal. Além disso, não poderá alterar o endereço sem comunicar ao judiciário e se ausentar sem comunicação por mais de oito dias da casa onde mora.

Durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão, os policiais localizaram na casa do ex-prefeito um revólver da marca Taurus, calibre 22, com registro de furto no Paraná. A arma foi encontrada durante busca e apreensão no imóvel, e um dos quartos e dentro de uma escrivaninha.

Operação Flamel

O objetivo da operação foi reunir elementos probatórios da prática dos crimes de fraude em licitação e peculato, referente à contratação direta indevida de um laboratório de análises clínicas pela Prefeitura de Irani. Há ainda a suspeita de pagamento por exames não realizados, no período de 2013 a 2016, sem relação com a atual gestão municipal.

O atual prefeito de Irani, Sivio Antônio Lemos das Neves, disse que vários funcionários foram dispensados no momento da operação. “O que coube a nós foi fornecer documentos sobre licitações e gastos com laboratório de análises clínicas. Eles fizeram uma varredura na área da saúde”, declarou ao Diário Catarinense.

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