Municípios do meio Oeste, perderam mais 60 milhões com royalties do petróleo em cinco anos - Radio Tropical FM 99.1
(49) 3537.0980
Telefone
(49) 99104.0013
Celular SMS / WhatsApp
Acompanhe
nas redes sociais

Região Municípios do meio Oeste, perderam mais 60 milhões com royalties do petróleo em cinco anos

Municípios do meio Oeste, perderam mais 60 milhões com royalties do petróleo em cinco anos

Após uma manifestação na terça-feira, dia 9, em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF), com bolo, velas, parabéns e balões, os prefeitos que integraram a 22ª Marcha a Brasília, reivindicando a redistribuição dos royalties do petróleo, foram atendidos pelo presidente do STF, ministro Dias Toffoli.

Em cinco anos, as perdas das cidades catarinenses chegam a mais de R$ 850 milhões. Na região da AMMOC, são R$ 25 milhões. Neste período, o município de Treze Tílias deixou de receber, por exemplo, o montante de R$ 1.599.757,00, Ibicaré R$ 1.599.757,00 e Água Doce, R$ 1.599.757,00.

Já os 15 municípios da região da AMARP, deixaram de receber R$ 36.794.421,00. Arroio Trinta teve perda de R$ 1.599.757,00, Iomerê R$ 1.599.757,00, Macieira R$1.599.757,00 e Salto Veloso R$ 1.599.757,00.

O presidente da Federação Catarinense de Municípios (Fecam), prefeito de Tubarão Joares Ponticelli, participou da reunião na sede do Supremo, representando os municípios da região Sul do país, junto com o presidente da Confederação Nacional de Municípios, Glademir Aroldi.

Os municipalistas comemoram. Saíram da reunião com data agendada para o julgamento da ação que trata da redistribuição dos royalties do petróleo: dia 20 de novembro. Segundo Ponticelli, será a primeira matéria a ser julgada. Ponticelli, afirma que isso só foi possível por conta do movimento de protesto da marcha, conforme ele, a manifestação trouxe o resultado que os municípios esperavam há anos.

Há seis anos, prefeitos e governos estaduais aguardam uma decisão definitiva do STF sobre a redistribuição dos recursos arrecadados com a exploração dos royalties de petróleo, suspensa por decisão da Corte.

Veja as mais acessadas