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Treze Tílias Jovens começam a fazer movimento contrário

Jovens começam a fazer movimento contrário

Depois do tão falado êxodo rural, jovens começam a voltar o olhar para a atividade agrícola.

Nesta semana, durante a posse do novo gerente do Banco do Brasil de Treze Tílias, a reportagem da Rádio Tropical conversou com dois jovens agricultores que trabalham nas atividades da família.

A jovem Carine Calliari nasceu em uma família de agricultores em Linha do Cedro, interior de Ibicaré.

Depois de concluir a graduação em administração e o MBA também nessa área e trabalhar por cinco anos na cidade de Catanduvas, retornou para Ibicaré, a fim de trabalhar nas atividades da família.

Carine explica que a decisão de voltar para a atividade agrícola ocorreu após a atividade começar a crescer, com a necessidade de mais mão de obra.

Após anos de experiência na cidade, a jovem viu reascender o gosto pela agricultura, atividade que conviveu desde a infância.

A propriedade da família Calliari trabalha com produção de leite, frango e também suinocultura, tanto no sistema de parceria quanto, Unidade de Produção de Leitões e piscicultura.

Ao todo, são seis pessoas trabalhando nas mais diversas atividades, que segundo Carine é um bom negócio, com uma boa rentabilidade, mas é preciso que seja tratado como uma empresa, com controle na administração.

Já o jovem Antônio Adolfo Pattis, de 29 anos, da Linha Nova Áustria, interior de Treze Tílias, sempre trabalhou na atividade da família.

Ele também é presidente da Associação dos produtores de leite de Treze Tílias, formada há dois anos e que tem hoje 12 produtores, comercializando cerca de 30 mil litros de leite por dia.

Antônio Pattis reiterou a importância de que o jovem permaneça no agronegócio, sendo que para isso é preciso buscar novas tecnologias de incentivo à continuidade da atividade, que precisa ser atrativa e rentável.

Segundo ele, a agricultura é um bom negócio, basta trabalhar de forma correta e organizada que é possível manter a continuidade da atividade da família.

Patis também destacou a importância da associação como uma das ferramentas que auxilia no desenvolvimento da atividade agrícola. Uma vez que com a organização dos debates, palestras e reuniões mensais, é possível a troca de informações entre agricultores.

Tanto Carine, quanto Antônio finalizaram o seu relato reiterando que a busca por informações e formação profissional são diferenciais para a atividade.

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