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Santa Catarina Vereador de município catarinense é preso por suspeita de tráfico de drogas

Vereador de município catarinense é preso por suspeita de tráfico de drogas

O vereador por Pinhalzinho Adriano Jonatas Dallagnol (PSDB), conhecido como Maninho Dallagnol, e o irmão dele foram presos na manhã deste sábado (14) por suspeita de tráfico de cocaína e ecstasy. O pai deles também foi preso, mas em flagrante, por posse irregular de arma de fogo de uso permitido e posse ilegal de arma de fogo de uso restrito. As prisões ocorreram durante a Operação Retomada, da Polícia Civil.

O advogado Daniel Decesaro, que está na defesa dos irmãos com o advogado Miguel Antônio Ruas Lubi, disse que não vai se manifestar enquanto não tiver acesso ao teor da investigação.

Dallagnol, de 31 anos, é 1º secretário da atual Mesa Diretora da Câmara de Vereadores. Ele teve a prisão temporária (30 dias) decretada e foi preso em casa. Já o irmão, de 25 anos, alvo de mandado de prisão preventiva, foi preso na residência da namorada.

A polícia prendeu ainda um rapaz de 20 anos pelo crime de associação para o tráfico de drogas.

 
Material apreendido com os suspeitos em Pinhalzinho (Foto: Polícia Civil/Divulgação)Material apreendido com os suspeitos em Pinhalzinho (Foto: Polícia Civil/Divulgação)

Material apreendido com os suspeitos em Pinhalzinho (Foto: Polícia Civil/Divulgação)

Conforme a Polícia Civil, há indícios de que os irmãos estariam vendendo entorpecente inclusive para menores de idade e jogadores amadores de futsal do município. "Tem relatos de que alguns deles jogaram partidas sob o efeito de droga", disse o delegado Arthur Lopes, responsável pelo caso.

O inquérito foi aberto neste ano, depois da prisão em flagrante de um homem que seria um dos distribuidores da droga. "Esse grupo seria ramificado em alguns municípios e em Pinhalzinho o vereador e o irmão tinham certa autonomia", declarou Lopes.

As armas apreendidas com o pai dos irmãos são: duas espingardas, uma pistola, um revólver e balas de calibres variados.

Após serem ouvidos na delegacia, os suspeitos foram levados para a Unidade Prisional Avançada (UPA) de Maravilha. A operação teve apoio de delegacias de mais dois municípios e da Polícia Militar.

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