Homem morre ao ser 'sugado' por túnel de ressonância magnética em hospital - Radio Tropical FM 99.1
(49) 3537.0980
Telefone
(49) 99104.0013
Celular SMS / WhatsApp
Acompanhe
nas redes sociais
Concorra a prêmios! Seja o primeiro
a saber dos sorteios e promoções.

Mundo Homem morre ao ser 'sugado' por túnel de ressonância magnética em hospital

Homem morre ao ser 'sugado' por túnel de ressonância magnética em hospital

Um homem de 32 anos, identificado como Rajesh Maru, morreu após ser sugado por uma máquina de ressonância magnética na cidade de Mumbai, na Índia.

Ele visitava a mãe do cunhado em um hospital quando o incidente ocorreu, no sábado (27).

Maru teria entrado na sala de ressonância portando um tubo metálico de oxigênio, supostamente após ter ouvido de um funcionário que estava desligada a máquina que realiza o exame - e que gera um campo magnético extremamente forte, criando um ímã capaz de atrair de forma violenta qualquer metal.

Foi esse campo magnético que o sugou. Ainda que funcionários do hospital tenham resgatado o homem rapidamente e o levado à emergência, ele morreu em poucos minutos.

 

Excesso de oxigênio

 Acredita-se que sua mão tenha aberto a válvula do cilindro e, por isso, uma quantidade excessiva de oxigênio tenha entrado em seu corpo.

A mídia indiana informou que, segundo a autópsia, a causa da morte foi um pneumotórax, que é o acúmulo anormal de ar entre o pulmão e a pleura - a membrana que reveste internamente a parede torácica. Isso teria provocado um colapso pulmonar.

Parentes da vítima apresentaram queixa contra a equipe do hospital. Harish Solanki, cunhado de Maru, afirmou que um assistente do centro de saúde disse a ele que poderia entrar na sala com o cilindro de oxigênio, já que o aparelho de ressonância estava desligado.

Um médico e dois assistentes foram presos, incluindo o que teria dado essa informação.

Autoridades hospitalares anunciaram que a família receberá uma indenização de aproximadamente US$ 7,8 mil (o equivalente a R$ 24,7 mil).

Nas redes sociais, usuários criticaram o valor a ser pago, considerado baixo diante da tragédia.

Veja as mais acessadas