Em 48h, dois caminhoneiros de Água Doce sofrem assalto no interior de SP - Radio Tropical FM 99.1
(49) 3537.0980
Telefone
(49) 99104.0013
Celular SMS / WhatsApp
Acompanhe
nas redes sociais
Concorra a prêmios! Seja o primeiro
a saber dos sorteios e promoções.

Água Doce Em 48h, dois caminhoneiros de Água Doce sofrem assalto no interior de SP

Em 48h, dois caminhoneiros de Água Doce sofrem assalto no interior de SP

Trafegar pelas rodoviais de São Paulo e Rio de Janeiro se tornou um desafio perigoso para caminhoneiros do Sul do Brasil. Segundo a Polícia Rodoviária, o roubo de caminhões e cargas é frequente e casos são registrados diariamente. Somente em 2017, cerca de 500 roubos a caminhoneiros foram registrados em São Paulo.

Nesta semana, no entanto, uma triste coincidência, no interior de SP. Na terça-feira (23), um motorista de 49 anos e seu filho de 12 anos que o acompanhava, moradores de Água Doce (SC), tiveram a carreta roubada e mantidos amarrados em cativeiro. Pai e filho foram liberados horas depois em uma rodovia paulista. O motorista G.B., de 49 anos, é dono da carreta levada. As vítimas foram encontradas e passam bem.

 Já na madrugada de quinta-feira (25), o sobrinho de G.B., que trafegava também por uma rodovia paulista, com um caminhão de frios, foi abordado por bandidos e abandonado na estrada, no município de São Roque, distante 70km da capital paulista. N.W., de 31 anos, também é natural de Água Doce e mora atualmente na região de Londrina (PR), onde é motorista da empresa que teve o caminhão roubado. A vítima conseguiu ajuda, sendo encaminhado para a delegacia, onde realizou boletim de ocorrência e já está em casa.

 Toda atenção deve ser redobrada aos caminhoneiros que trafegam pelas rodovias. A polícia investiga quadrilhas especializadas no saque de cargas e desmanche de caminhões, principalmente nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Normalmente, a forma de agir dos bandidos é semelhante. As vítimas são abordadas quando estão dormindo ou paradas em acostamentos. Elas são raptadas e depois abandonadas. Em alguns casos, há ocorrência de violência física e as vítimas são mantidas em cativeiro.

 Fonte: Minha Água Doce

Veja as mais acessadas