Temer sanciona lei que permite capitalizar Caixa com recursos do FGTS - Radio Tropical FM 99.1
(49) 3537.0980
Telefone
(49) 99104.0013
Celular SMS / WhatsApp
Acompanhe
nas redes sociais
Concorra a prêmios! Seja o primeiro
a saber dos sorteios e promoções.

Brasil Temer sanciona lei que permite capitalizar Caixa com recursos do FGTS

Temer sanciona lei que permite capitalizar Caixa com recursos do FGTS

presidente Michel Temer sancionou nesta quinta-feira (4) lei que autoriza a capitalização da Caixa Econômica Federal com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), desde que haja autorização do Conselho Curador do fundo. A informação foi confirmada pela assessoria do Palácio do Planalto.

Conforme aprovação do conselho nacional a capitalização da Caixa por meio de recursos do FGTS será de até R$ 15 bilhões.

A nova legislação visa liberar operações para adequar a Caixa às novas regras de controle estabelecidas pelo Conselho Monetário Nacional em relação ao índice de liquidez dos bancos. Será preciso mais capital para que o banco mantenha o mesmo patamar de empréstimos. Do contrário, terá de emprestar menos para ficar dentro dos limites regulatórios.

O FGTS é uma espécie de poupança do trabalhador. Todo mês os empregadores depositam o equivalente a 8% do salário do funcionário, que pode sacar o dinheiro quando for demitido sem justa causa, se aposentar, contrair doença grave ou comprar um imóvel.

Segundo o autor do projeto de lei sancionado por Temer, deputado Fernando Monteiro (PP-PE), a medida permitirá à Caixa  recursos pros empréstimos da habitação, saneamento e infraestrutura.

Monteiro teve audiência nesta quinta, no Palácio do Planalto, com Temer, o presidente da Caixa, Gilberto Occhi, e o ministro Moreira Franco (Secretaria-Geral).

Em dezembro, o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Benjamin Zymler informou que o Ministério do Trabalho e a Caixa aguardarão o aval da Corte para concretizar um empréstimo de R$ 10 bilhões do FGTS ao banco público. De acordo com o ministro, o tribunal avaliará a legalidade da operação.fonte g1

Veja as mais acessadas