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Rio Grande do Sul Força Nacional quer evitar ambiente de guerra

Força Nacional quer evitar ambiente de guerra

Governo estadual foi surpreendido por ofício de Marchezan a Temer para julgamento de Lula

Secretário de Segurança Pública do Rio Grande do Sul, Cezar Schirmer disse, em entrevista à Rádio Guaíba, que "não quer um ambiente de guerra", durante o julgamento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em Porto Alegre. Alegando "ameaça de ocupação" e "desobidência civil", a prefeitura solicitou ao governo federal  para o dia 24,o reforço da força nacional e do exérxito  quando o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) analisará o recurso de Lula no âmbito da Operação Lava Jato.

 "Todos terão chance de manifestação, mas dentro da lei, num ambiente democrático e de respeito. Qualquer constrangimento, quem será prejudicado é Porto Alegre", reforçou o secretário. 

 A Secretaria de Segurança Pública do Rio Grande do Sul foi surpreendida pela decisão da Prefeitura de Porto Alegre. De acordo com a SSP, o Estado é o responsável pela segurança pública e tem competência constitucional de solicitar o reforço da Força Nacional e do Exército. Ainda na quarta-feira, prefeitura e governo do Rio Grande do Sul estiveram reunidos durante todo o dia. Forças de segurança estaduais e municipais instalaram um gabinete de crise, para alinhar estratégias de segurança que serão adotadas no do julgamento. A composição do gabinete está sendo desenvolvida há pelo menos 15 dias.

 “Ontem, reunimos representantes dos órgãos estaduais, federais e prefeitura de Porto Alegre. Nesta reunião montamos um gabinete de crise e não tornamos público a instalação. E aí no fim da tarde saiu essa informação do prefeito (Nelson) Marchezan (do pedido da Força Nacional e do Exército)”, disse o secretário de Segurança Cezar Schirmer, em entrevista à Rádio Guaíba.

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